Imagine um artista que poderia ser a mistura de Secos e Molhados, Boy George, David Bowie, Marc Almond, Siouxsie, Lady Gaga, Marylin Manson, Peaches, Diz Croquettes, entre outros ícones da música pop. Assim é o gaúcho Madblush, que acaba de lançar seu novo clipe.

Foi uma maratona de quatro dias gravando em points famosos da vida noturna de São Paulo, como Rua Augusta, Avenida Paulista e bairro da Liberdade.

A lista de locações incluiu desde o alternativo e badalado Club Jerome até o democrático Bar do Netão.  Tudo serviu de cenário para o novo clipe. A faixa contagiante Não me diga o que fazer! integra o álbum de estreia do artista gaúcho, Cactus.

Produzido e dirigido por Alessandro Avila e Chris Peterson (eletromagneti.co), o clipe foi todo gravado com um iPhone 7 e teve tratamento de imagem com temas pop e urbano.

Considerado uma das revelações da chamada geração tombamento, Madblush dança o tempo todo e interage com figuras conhecidas do mundo underground paulistano.

Flertando com o rap nos vocais, o artista deixa o recado no refrão: “Não me diga o que fazer! Não me diga o que pensar. Eu sou livre pra viver. Eu sou livre pra amar!”

Madblush começou a cantar em 2007, quando lançou o single I wanna be real. Na sequencia, começou a cantar as próprias músicas e atua como DJ e performar em festas gays e alternativas.  Madblush já se apresentou várias cidades brasileiras e no exterior, como Porto Alegre, São Paulo, Curitiba e  Montevideo e Punta del Este, no Uruguai. É considerado um dos nomes mais expressivos da geração tombamento e do movimento MPBTrans – termos usados para artistas que expressam a diversidade de gênero no mundo música.

Conheça o trabalho de Madblush:

iTunes
Spotify
Amazon
Palcomp3
Soundcloud

Siga Madblush:

Facebook
Instagram
Twitter
Spotify
Soundcloud

Fotos: Eletromagneti.com (Alessandro Avila e Chris Peterson)

Autor do artigo: Léo Sant’Anna.

Você tem um artigo que acha que seria bacana para o QueerFeed? Manda pra gente no pacheco@queerfeed.com.br que a gente posta!