“Uma é cantora, está em turnê pelo mundo e em março estreia como apresentadora do programa Superbonita (GNT), substituindo Ivete Sangalo. A outra é escritora, diretora e atriz e está prestes a entrar em cartaz como protagonista do longa Como nossos pais, de Lais Bodanzky. A convite de Tpm, essa dupla, tão improvável quanto apaixonante, se juntou para falar de fama, racismo, monogamia, bissexualidade, filhos e antidepressivo. “

Assim começa o artigo de Lia Bock para a revista TPM (clique aqui para ler), que reuniu as duas bissexuais (ou quase isso, no caso de Maria) mais talentosas que você respeita, Maria Ribeiro e Karol Conká, para uma conversa franca e um ensaio fotográfico. As lindas compartilharam opiniões sobre assuntos diversos, como remédios para ansiedade:

Me emociono com como a vida é bonita e me emociono tomando ansiolíticos, na linha: caralho, para onde vamos? – Disse Maria Ribeiro. Karol já pensa diferente: “Não toma esses remédios… (…) Maconha, sexo e aplausos bastam [risos]!”

 

 

Entre histórias sobre o início de suas carreiras, as duas falaram também sobre sexualidade. Maria Ribeiro, que uma vez afirmou ser bissexual mas “nunca ter achado a mulher certa“, afirmou:

“Pra ser bem honesta, nunca tive interesse em mulher, mas gostaria de ter, entende? Karol Conká respondeu: “Eu sempre soube que era bi, desde pequena.”

 

 

Quando o assunto é sobre relacionamentos abertos, as duas afirmam:

Karol: “Sabia que já tentei ter um relacionamento aberto com um antigo namorado? Mas, no fundo, queria que fosse aberto só pra mim!” – Maria: “Eu acho que a monogamia é uma coisa inviável, mas ao mesmo tempo não consegui descobrir nenhuma outra saída.”

Pra ler o bate-papo inteiro, corre lá no artigo da revista TPM. A gente adorou e fez questão de compartilhar!